A Federação Paranaense de Taekwondo passou a adotar novo sistema de graduação, sendo que já passou a valer, mas tendo ainda um ano para que a adaptação ocorra entre todos os federados. Veja como era e como ficou:
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Publicação de qualquer assunto que eu achar interessante, como Filosofia, Política, Educação, Psicologia, Segurança Pública...
sábado, 14 de fevereiro de 2015
sábado, 1 de novembro de 2014
Brasil não está dividido e sai amadurecido da eleição
Brasil não está dividido e sai amadurecido da
eleição, dizem petistas
Parlamentares do PT
na Câmara rechaçaram a ideia de que o Brasil está “dividido” após a eleição
apertada que garantiu mais um mandato para Dilma Rousseff na Presidência da
República. O processo eleitoral, na opinião dos petistas, contribuiu para o
amadurecimento democrático do País.
Para o deputado Alessandro Molon
(PT-RJ), reeleito para a Câmara, a ideia de “País dividido” é equivocada. “Em
algumas eleições há muito mais gente apoiando um lado do que outro. Em outras,
não. Mas isso não diminui em nada a vitória da presidenta Dilma Rousseff contra
a unificação de todas as forças de oposição no 2º turno”, disse Molon.
“É motivo de grande
orgulho o fato de o Nordeste ter preferido amplamente a presidenta Dilma, mas
ganhamos também no Sudeste, em estados muito importantes como Minas Gerais e
Rio de Janeiro. A verdade é que temos apoiadores das duas candidaturas em todas
as cidades, bairros e ruas do Brasil, portanto é equivocada essa ideia de que o
País está dividido ao meio”, lembrou Molon.
A tese da divisão do
País também é rebatida pelo deputado Afonso Florence (PT-BA). “A perplexidade de
quem perdeu a eleição é compreensível. A tendência é que esse sentimento seja
‘decantado’ e isso faz parte da democracia. O que temos que fazer agora é
aprender e continuar a perseverar na consolidação do nosso sistema
democrático”, avalia Florence.
Para o deputado Weliton Prado (PT-MG), o resultado da
eleição representa a vitória da vontade do povo. “Não existe nada de País
dividido, foi uma vitória da vontade popular, de continuidade das mudanças
iniciadas com o ex-presidente Lula e que tem sequência com a presidenta Dilma.
O governo trabalha para todos, para o País inteiro e eu tenho certeza que o
segundo mandato da presidenta será muito melhor do que o primeiro. Foi uma grande
vitória, apesar do terrorismo midiático e do candidato Aécio Neves, que se
colocou como vítima o tempo inteiro, mas desferiu sempre ataques muito pesados
ao PT”, opina Prado.
Mapa real – Para desmentir
o mapa que divide os estados do Brasil em duas cores, de acordo com o resultado
da eleição, o historiador econômico Thomas Conti, estudante de mestrado na
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), produziu um gráfico mais
aproximado da realidade. O mapa de Conti utiliza diversos tons entre o vermelho
e o azul básicos, levando em conta o percentual de votos de Dilma e Aécio em
cada unidade da federal.
Em entrevista ao
portal Terra, o estudante declarou que decidiu fazer o mapa para combater o
“ranço” surgido em decorrência do resultado eleitoral. “Quis estimular as
pessoas a desconfiarem de análises maniqueístas, bipolares. A sociedade não é
assim há muito tempo”, disse Conti.
Rogério Tomaz Jr. com
Terra
Disponível em: http://www.ptnacamara.org.br/index.php/home/noticias/item/20260-brasil-nao-esta-dividido-e-sai-amadurecido-da-eleicao-dizem-petistas. Acesso em: 01.11.2014.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
O pré-sal e a educação brasileira
* Luiz Henrique Dias
Entendendo o Pré-Sal e sua importância
Durante muitos anos o Brasil foi refém de outros países no que diz respeito à política energética.
Sofremos grandes apertos na crise do petróleo, no final dos anos 70 e início dos anos 80, e, para além de inserirmos a biomassa como uma de nossas principais fontes energéticas, através do etanol e do biodiesel, demoramos mais de três décadas para darmos uma resposta efetiva ao problema e, em 2014, começamos a utilizar a maior reserva de petróleo inexplorada do planeta: o pré-sal.
Há tempos suspeitávamos de sua existência, confirmada (em tamanho e localização) em meados de 2011, e partimos então para a escolha do modelo de extração da fonte energética. Neste processo, duas opções eram possíveis: entregar o serviço à iniciativa privada, através das grandes petroleiras norte-americanas, ou termos o controle do Estado sobre essa fonte estratégica para o desenvolvimento do país.
E o Governo brasileiro foi pela segunda opção.
Acertamos.
O modelo de partilha, utilizado no Campo de Libra, por exemplo, faz com que cerca de 89% do óleo extraído do campo seja nacionalizado e esteja em poder ou da Petrobras (capital misto) ou do povo brasileiro. Isso tirou as grandes corporações do petróleo do jogo e deu ao país mais autonomia para direcionar os lucros dessa fonte tão rica de energia.
Assim, podemos reverter os recursos obtidos com os royalties exclusivamente para a educação (75%) e para a saúde (25%). São aportes que podem, nos próximos anos, dobrar e até triplicar o orçamento dessas áreas, contribuindo para a expansão de programas como o SAMU, o Brasil Sorridente e o Saúde da Família, bem como a construção de UPAs, UBSs e Hospitais, além da formação de médicos e especialistas, através das novas 15 mil vagas em faculdades de medicina públicas e outras 5 mil vagas em programas federais de residência médica. Na educação, o pré-sal vai garantir financiamento para o ProUni e o Fies, a expansão do Ciência Sem Fronteiras, a construção de novas universidades e institutos federais, dinheiro para a pesquisa de ponta no Brasil, investimentos na educação básica e na construção de escolas e creches e o cumprimento do novo Plano Nacional de Educação, prevendo investimentos na ordem de 10% do PIB no setor.
Ou seja, optamos por reverter ao país os benefícios gerados na exploração do petróleo.
Contra o Pré-Sal
Ser contra o pré-sal é ser contra o Brasil, principalmente no momento em que mais precisamos desses recursos. Ser contra o modelo de exploração pela Petrobras e com tecnologia nacional é jogar fora toda a pesquisa e inovação desenvolvidas pela Petrobras ao longo de anos e querer tirar do Brasil o nível de excelência e reconhecimento mundial no setor de prospecção de petróleo em altas profundidades.
Ser contra o pré-sal é, no mínimo, ser ingênuo ou estar a serviço de quem só visa o lucro, como bancos, agronegócio predatório, exploração clandestina de madeira, mercado rentista, indústrias farmacêuticas (fantasiadas de ONGs) e petroleiras privadas, como a candidata Marina Silva, ligada a todas essas áreas.
Com um discurso de falso ambientalismo, ela vem propondo que, se eleita, vai tirar a prioridade da exploração do pré-sal pela Petrobras e vem vendendo um discurso sobre a necessidade de pararmos de investir no petróleo e investirmos em energias renováveis, com a eólica.
Bonito, mas sem conteúdo, o discurso da candidata do PSB (ex-Rede, ex-PV, ex-PT, ex-ETC) é vazio. Ela, como ex-Ministra de Lula, deve saber que o país tem um dos maiores programas de geração de energia eólica do planeta. Por exemplo, com a finalização dos leilões de energia, vamos ser o segundo maior produtor de energia a partir de ventos do mundo.
Ela deve saber também, que o Brasil expandiu sua capacidade instalada eólica em vinte vezes durante os últimos dez anos. Isso, sem falar nas pesquisas em outras fontes de energia renovável, inclusive em nossa maior fonte limpa de energia: a água. No ritmo que estamos, em breve teremos de 20 a 25% das cidades brasileiras utilizando energia eólica.
Assim, o brasil precisa estar atento em conhecer a verdade e não cair em discursos aventureiros. Temos a oportunidade de seguir em frente e de continuar investindo pesadamente em educação e saúde, buscando reverter o abandono histórico dessas áreas e transformar o país, ainda mais, em uma potência mundial, seja no setor energético, seja na educação, seja na tecnologia, ou seja - e isso é nosso maior orgulho - nas questões sociais.
* Luiz Henrique Dias é escritor e professor. Siga ele no Twitter: @LuizHDias
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Relembrando algumas publicações
Para relembrar publicações que eu gostei:
http://valdirdefoz.blogspot.com/2014/03/onde-levar-entulhos-e-galhos.html
http://valdirdefoz.blogspot.com/2013/08/os-royalties-de-itaipu-vao-acabar.html
http://valdirdefoz.blogspot.com/2013/04/para-diminuir-acidentes.html
http://valdirdefoz.blogspot.com/2013/04/perimetral-leste.html
http://valdirdefoz.blogspot.com/2013/05/a-avenida-por-do-sol-e-duplicada.html
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Lei do Estatuto Geral das Guardas Municipais
LEI Nº 13.022, DE 8 AGOSTO DE 2014.
Dispõe sobre o Estatuto
Geral das Guardas Municipais.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional
decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES
PRELIMINARES
Art. 1º Esta Lei institui normas gerais para as
guardas municipais, disciplinando o § 8º do art. 144 da Constituição
Federal.
Art. 2º Incumbe às guardas municipais, instituições de caráter civil, uniformizadas e armadas conforme previsto em lei, a função de proteção municipal preventiva, ressalvadas as competências da União, dos Estados e do Distrito Federal.
CAPÍTULO II
DOS PRINCÍPIOS
Art. 3º São princípios mínimos de atuação das guardas
municipais:
I - proteção dos direitos humanos
fundamentais, do exercício da cidadania e das liberdades públicas;
II - preservação da vida, redução
do sofrimento e diminuição das perdas;
III - patrulhamento
preventivo;
IV - compromisso com a evolução
social da comunidade; e
V - uso progressivo da força.
CAPÍTULO III
DAS COMPETÊNCIAS
Art. 4º É competência geral das guardas municipais a
proteção de bens, serviços, logradouros públicos municipais e instalações do
Município.
Parágrafo único. Os bens mencionados no caput abrangem os de
uso comum, os de uso especial e os dominiais.
Art. 5º São competências específicas das guardas
municipais, respeitadas as competências dos órgãos federais e estaduais:
I - zelar pelos bens,
equipamentos e prédios públicos do Município;
II - prevenir e inibir, pela
presença e vigilância, bem como coibir, infrações penais ou administrativas e
atos infracionais que atentem contra os bens, serviços e instalações
municipais;
III - atuar, preventiva e
permanentemente, no território do Município, para a proteção sistêmica da
população que utiliza os bens, serviços e instalações municipais;
IV - colaborar, de forma
integrada com os órgãos de segurança pública, em ações conjuntas que contribuam
com a paz social;
V - colaborar com a pacificação
de conflitos que seus integrantes presenciarem, atentando para o respeito aos
direitos fundamentais das pessoas;
VI - exercer as competências de
trânsito que lhes forem conferidas, nas vias e logradouros municipais, nos
termos da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito
Brasileiro), ou de forma concorrente, mediante convênio celebrado com órgão de
trânsito estadual ou municipal;
VII - proteger o patrimônio
ecológico, histórico, cultural, arquitetônico e ambiental do Município,
inclusive adotando medidas educativas e preventivas;
VIII - cooperar com os demais
órgãos de defesa civil em suas atividades;
IX - interagir com a sociedade
civil para discussão de soluções de problemas e projetos locais voltados à
melhoria das condições de segurança das comunidades;
X - estabelecer parcerias com os
órgãos estaduais e da União, ou de Municípios vizinhos, por meio da celebração
de convênios ou consórcios, com vistas ao desenvolvimento de ações preventivas
integradas;
XI - articular-se com os órgãos
municipais de políticas sociais, visando à adoção de ações interdisciplinares
de segurança no Município;
XII - integrar-se com os demais
órgãos de poder de polícia administrativa, visando a contribuir para a
normatização e a fiscalização das posturas e ordenamento urbano municipal;
XIII - garantir o atendimento de
ocorrências emergenciais, ou prestá-lo direta e imediatamente quando deparar-se
com elas;
XIV - encaminhar ao delegado de
polícia, diante de flagrante delito, o autor da infração, preservando o local
do crime, quando possível e sempre que necessário;
XV - contribuir no estudo de
impacto na segurança local, conforme plano diretor municipal, por ocasião da
construção de empreendimentos de grande porte;
XVI - desenvolver ações de
prevenção primária à violência, isoladamente ou em conjunto com os demais órgãos
da própria municipalidade, de outros Municípios ou das esferas estadual e
federal;
XVII - auxiliar na segurança de
grandes eventos e na proteção de autoridades e dignatários; e
XVIII - atuar mediante ações
preventivas na segurança escolar, zelando pelo entorno e participando de ações
educativas com o corpo discente e docente das unidades de ensino municipal, de
forma a colaborar com a implantação da cultura de paz na comunidade local.
Parágrafo único. No exercício de suas competências, a guarda
municipal poderá colaborar ou atuar conjuntamente com órgãos de segurança
pública da União, dos Estados e do Distrito Federal ou de congêneres de
Municípios vizinhos e, nas hipóteses previstas nos incisos XIII e XIV deste
artigo, diante do comparecimento de órgão descrito nos incisos do caput do art.
144 da Constituição Federal, deverá a guarda municipal prestar todo o apoio à
continuidade do atendimento.
CAPÍTULO IV
DA CRIAÇÃO
Art. 6º O Município pode criar, por lei, sua guarda
municipal.
Parágrafo único. A guarda municipal é subordinada ao chefe do
Poder Executivo municipal.
Art. 7º As guardas municipais não poderão ter efetivo
superior a:
I - 0,4% (quatro décimos por
cento) da população, em Municípios com até 50.000 (cinquenta mil) habitantes;
II - 0,3% (três décimos por
cento) da população, em Municípios com mais de 50.000 (cinquenta mil) e menos
de 500.000 (quinhentos mil) habitantes, desde que o efetivo não seja inferior
ao disposto no inciso I;
III - 0,2% (dois décimos por
cento) da população, em Municípios com mais de 500.000 (quinhentos mil)
habitantes, desde que o efetivo não seja inferior ao disposto no inciso
II.
Parágrafo único. Se houver redução da população referida em
censo ou estimativa oficial da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), é garantida a preservação do efetivo existente, o qual
deverá ser ajustado à variação populacional, nos termos de lei municipal.
Art. 8º Municípios limítrofes podem, mediante
consórcio público, utilizar, reciprocamente, os serviços da guarda municipal de
maneira compartilhada.
Art. 9º A guarda municipal é formada por servidores
públicos integrantes de carreira única e plano de cargos e salários, conforme
disposto em lei municipal.
CAPÍTULO V
DAS EXIGÊNCIAS PARA
INVESTIDURA
Art. 10. São requisitos básicos para investidura em
cargo público na guarda municipal:
I - nacionalidade
brasileira;
II - gozo dos direitos
políticos;
III - quitação com as obrigações
militares e eleitorais;
IV - nível médio completo de
escolaridade;
V - idade mínima de 18 (dezoito)
anos;
VI - aptidão física, mental e
psicológica; e
VII - idoneidade moral comprovada
por investigação social e certidões expedidas perante o Poder Judiciário
estadual, federal e distrital.
Parágrafo único. Outros requisitos poderão ser estabelecidos
em lei municipal.
CAPÍTULO VI
DA CAPACITAÇÃO
Art. 11. O exercício das atribuições dos cargos da
guarda municipal requer capacitação específica, com matriz curricular
compatível com suas atividades.
Parágrafo único. Para fins do disposto no caput, poderá ser
adaptada a matriz curricular nacional para formação em segurança pública,
elaborada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério
da Justiça.
Art. 12. É facultada ao Município a criação de órgão
de formação, treinamento e aperfeiçoamento dos integrantes da guarda municipal,
tendo como princípios norteadores os mencionados no art. 3º.
§ 1º Os Municípios poderão firmar convênios ou
consorciar-se, visando ao atendimento do disposto no caput deste artigo.
§ 2º O Estado poderá, mediante convênio com os
Municípios interessados, manter órgão de formação e aperfeiçoamento
centralizado, em cujo conselho gestor seja assegurada a participação dos
Municípios conveniados.
§ 3º O órgão referido no § 2º não pode ser o mesmo
destinado a formação, treinamento ou aperfeiçoamento de forças militares.
CAPÍTULO VII
DO CONTROLE
Art. 13. O funcionamento das guardas municipais será
acompanhado por órgãos próprios, permanentes, autônomos e com atribuições de
fiscalização, investigação e auditoria, mediante:
I - controle interno, exercido
por corregedoria, naquelas com efetivo superior a 50 (cinquenta) servidores da
guarda e em todas as que utilizam arma de fogo, para apurar as infrações
disciplinares atribuídas aos integrantes de seu quadro; e
II - controle externo, exercido
por ouvidoria, independente em relação à direção da respectiva guarda, qualquer
que seja o número de servidores da guarda municipal, para receber, examinar e
encaminhar reclamações, sugestões, elogios e denúncias acerca da conduta de
seus dirigentes e integrantes e das atividades do órgão, propor soluções,
oferecer recomendações e informar os resultados aos interessados,
garantindo-lhes orientação, informação e resposta.
§ 1º O Poder Executivo municipal poderá criar órgão
colegiado para exercer o controle social das atividades de segurança do
Município, analisar a alocação e aplicação dos recursos públicos e monitorar os
objetivos e metas da política municipal de segurança e, posteriormente, a
adequação e eventual necessidade de adaptação das medidas adotadas face aos
resultados obtidos.
§ 2º Os corregedores e ouvidores terão mandato cuja
perda será decidida pela maioria absoluta da Câmara Municipal, fundada em razão
relevante e específica prevista em lei municipal.
Art. 14. Para efeito do disposto no inciso I do caput
do art. 13, a guarda municipal terá código de conduta próprio, conforme
dispuser lei municipal.
Parágrafo único. As guardas municipais não podem ficar
sujeitas a regulamentos disciplinares de natureza militar.
CAPÍTULO VIII
DAS PRERROGATIVAS
Art. 15. Os cargos em comissão das guardas municipais
deverão ser providos por membros efetivos do quadro de carreira do órgão ou
entidade.
§ 1º Nos primeiros 4 (quatro) anos de
funcionamento, a guarda municipal poderá ser dirigida por profissional estranho
a seus quadros, preferencialmente com experiência ou formação na área de
segurança ou defesa social, atendido o disposto no caput.
§ 2º Para ocupação dos cargos em todos os níveis da
carreira da guarda municipal, deverá ser observado o percentual mínimo para o
sexo feminino, definido em lei municipal.
§ 3º Deverá ser garantida a progressão funcional da
carreira em todos os níveis.
Art. 16. Aos guardas municipais é autorizado o porte
de arma de fogo, conforme previsto em lei.
Parágrafo único. Suspende-se o direito ao porte de arma de
fogo em razão de restrição médica, decisão judicial ou justificativa da adoção
da medida pelo respectivo dirigente.
Art. 17. A Agência Nacional de Telecomunicações
(Anatel) destinará linha telefônica de número 153 e faixa exclusiva de
frequência de rádio aos Municípios que possuam guarda municipal.
Art. 18. É assegurado ao guarda municipal o
recolhimento à cela, isoladamente dos demais presos, quando sujeito à prisão
antes de condenação definitiva.
CAPÍTULO IX
DAS VEDAÇÕES
Art. 19. A estrutura hierárquica da guarda municipal
não pode utilizar denominação idêntica à das forças militares, quanto aos
postos e graduações, títulos, uniformes, distintivos e condecorações.
CAPÍTULO X
DA REPRESENTATIVIDADE
Art. 20. É reconhecida a representatividade das
guardas municipais no Conselho Nacional de Segurança Pública, no Conselho
Nacional das Guardas Municipais e, no interesse dos Municípios, no Conselho
Nacional de Secretários e Gestores Municipais de Segurança Pública.
CAPÍTULO XI
DISPOSIÇÕES DIVERSAS
E TRANSITÓRIAS
Art. 21. As guardas municipais utilizarão uniforme e
equipamentos padronizados, preferencialmente, na cor azul-marinho.
Art. 22. Aplica-se esta Lei a todas as guardas municipais
existentes na data de sua publicação, a cujas disposições devem adaptar-se no
prazo de 2 (dois) anos.
Parágrafo único. É assegurada a utilização de outras
denominações consagradas pelo uso, como guarda civil, guarda civil municipal,
guarda metropolitana e guarda civil metropolitana.
Art. 23. Esta Lei entra em vigor na data de sua
publicação.
Brasília, 8 de agosto de 2014;
193º da Independência e 126º da República.
DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
Miriam Belchior
Gilberto Magalhães Occhi
Este texto não substitui o publicado no DOU de 11.8.2014 - Edição
extra
Disponível
em: http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13022.htm.
Acesso em: 14.08.2014
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Elas estão no comando e ainda salvam vidas
Disponível em: http://eusr.wordpress.com/2012/06/29/realidade-elas-estao-no-comando-e-ainda-salvam-vidas/ Acesso em: 24.07.2014
por eus-r em 29/06/2012
por eus-r em 29/06/2012
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Engenheiro que se recusou a voar com uma piloto
levantou polêmica do preconceito contra as mulheres
Hoje, o Brasil é governado por uma mulher e a
maior empresa do país, a Petrobras.
O caso do passageiro que se recusou a viajar em um avião comandado por uma
mulher ganhou repercussão não apenas na mídia e nas redes sociais, mas também
entre as mulheres que ocupam cargos de comando e dedicam suas vidas a salvar a
dos outros. Para essas guerreiras – que, muitas vezes, tiveram que abdicar de
ter uma família e passaram por muitas barreiras para conseguir chegar a uma
posição de destaque na carreira – a atitude preconceituosa chega a ser uma
afronta.
Hoje, o Brasil é governado por uma mulher e a
maior empresa do país, a Petrobras, também tem uma presidente. Duas mineiras:
Dilma Rousseff e Maria das Graças Silva Foster. Além delas, a reportagem
encontrou outras mulheres em Minas que mostram que têm competência para ocupar
qualquer cargo. Além de avião e presidência, elas comandam o pronto-socorro de
um grande hospital, a polícia militar, a equipe de ambulância e helicóptero de
resgate.
Caso emblemático
No último dia 18 de maio, o engenheiro
Jefferson Jaime Cassoli foi expulso de um voo da Trip Linhas Aéreas que seguia
do Aeroporto Internacional Presidente Tancredo Neves, em Confins, na região
metropolitana de Belo Horizonte, para Goiânia (GO). “A Trip deveria ter me
avisado, eu não voo com mulher no comando”, chegou a dizer o engenheiro, que
foi convidado a se retirar da aeronave a pedido da piloto Bethânia Porto Pinto,
de 36 anos.
“Fiquei preocupada com a segurança do voo e dos passageiros. Se ocorresse uma
turbulência, ele poderia provocar pânico na aeronave”, explicou Bethânia, que
tem 18 anos de carreira e mais de 9.000 horas de voo. “Nunca tinha passado por
isso antes; ouvimos muitas brincadeiras, mas nada em que se faltasse com o
respeito”, completou a comandante. A reportagem ligou para a casa do
engenheiro, mas não conseguiu encontrá-lo.
“Imagine se, em vez de uma aeronave, esse
homem precisasse ser resgatado por um helicóptero pilotado por uma mulher? Nesse
caso, ele não poderia recusar, já que não teria muita escolha”, destacou a
capitã Karla Lessa, de 29 anos, piloto do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo
de Bombeiros de Minas Gerais. Hoje, ela é a única piloto na corporação mineira.
Karla já trabalhou em resgates de acidentes graves nas estradas ou em busca de
desaparecidos em matas.
Por ser uma profissão que exige esforço
físico, as mulheres que se formam bombeiros mostram que sensibilidade não quer
dizer fragilidade. Na corporação há 11 anos, Karla afirma que questões físicas
nunca a impediram de salvar vidas. “A gente pode não aguentar uma carga de 100
kg, mas suportamos 80 kg e temos competência para saber a técnica mais
adequada”, explica.
E foi por competência que a médica Daniela
Pagliari se tornou a chefe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de
Pronto-Socorro João XXIII. Um cargo antes só ocupado por homens. Daniela é
responsável por 50 leitos de UTI e coordena mais de 300 funcionários, entre
enfermeiros, médicos e auxiliares. “Ainda hoje vivemos preconceitos sutis como
um familiar que me diz: chama o médico pra mim. Acredito que, se o paciente
tivesse capacidade de decidir na hora, ele não ia querer ser atendido por uma
mulher”, lamentou.
Atualmente, no Serviço de Atendimento Móvel
de Urgência (Samu), quase metade dos funcionários é de mulheres (290 em um
total de 600), mas apenas 30% desse total são médicas, e 5%, chefes de equipe.
É o caso de Cenira Vânia de Paula Rêgo, de 57
anos, que há oito anos se reveza entre o atendimento na ambulância e no
telefone do Samu. Ela conta que sua vocação é trabalhar com pacientes graves.
Uma profissão que envolve adrenalina e, quase sempre, tem espectadores
apreensivos. “O mundo masculino ainda cobra muito da gente, por isso fazemos
questão de dar o nosso melhor”, destacou a pediatra, intensivista e
emergencista do Samu e do HPS.
*****************************************
Coronel e comandante na PM
FOTO: LEO FONTES
Coronel Cláudia comanda 2.000 policiais, que
chama de “meus meninos”
Na Polícia Militar de Minas Gerais, as
mulheres não estão mais apenas nos serviços administrativos, elas já ocupam
todos os departamentos, inclusive a base aérea, como pilotos. Apenas no Grupo
de Ações Táticas Especiais (Gate), considerado a tropa de elite da corporação
mineira, não há militares femininas atualmente, mas pelo menos duas policiais
já passaram por lá.
Pela primeira vez, a polícia mineira designou
uma mulher para comandar uma região. A coronel Cláudia Araújo Romoaldo, de 44
anos, comanda 22 municípios e 2.000 policiais militares na 3ª região de
Vespasiano, na região metropolitana da capital. Ela assumiu o cargo em outubro
do ano passado, após 26 anos trabalhando na corporação.
Para chegar a coronel, é preciso ultrapassar
seis posições, além de muitas barreiras culturais. “Quando nós (mulheres)
chegamos na polícia, há 30 anos, foi preciso batalhar muito para provar que
dávamos conta”, disse Cláudia, que chama os marmanjos de sua equipe de “meus
meninos”.
Por: JOANA SUAREZ
Disponível em: http://eusr.wordpress.com/2012/06/29/realidade-elas-estao-no-comando-e-ainda-salvam-vidas/
Acesso em: 24.07.2014
Principal fato econômico desde a crise de 2009
Disponível em: http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/146842/Nasce-nova-ordem-mundial-e-m%C3%ADdia-tenta-esconder.htm. Acesso em: 24.07.2014
Principal fato econômico desde a crise de 2009, criação do Novo Banco de Desenvolvimento e Acordo de Reservas de Contingência fura esquema financeiro global traçado em 1944, em Bretton Woods; prevalência de americanos e europeus no Banco Mundial e no FMI é enfrentada com cartada que muda o jogo; Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul anunciaram US$ 150 bilhões para banco e poupança em comum; colunista Eliane Cantanhêde, na Globo News, insere fato como "mais badalação e fotografias para a presidente Dilma Rousseff"; no Financial Times, da Inglaterra, análise é outra: "BRICS dão notável demonstração de como a ordem econômica está mudando"
Principal fato econômico desde a crise de 2009, criação do Novo Banco de Desenvolvimento e Acordo de Reservas de Contingência fura esquema financeiro global traçado em 1944, em Bretton Woods; prevalência de americanos e europeus no Banco Mundial e no FMI é enfrentada com cartada que muda o jogo; Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul anunciaram US$ 150 bilhões para banco e poupança em comum; colunista Eliane Cantanhêde, na Globo News, insere fato como "mais badalação e fotografias para a presidente Dilma Rousseff"; no Financial Times, da Inglaterra, análise é outra: "BRICS dão notável demonstração de como a ordem econômica está mudando"
Bretton Woods, 1944. Fortaleza, 2014.
Setenta anos depois de terem sido traçadas as regras da governança financeira
do mundo, um fato capaz de inserir outra cidade no mapa das grandes mudanças
econômicas globais aconteceu.
Na capital do Ceará, nesta terça-feira
15, os cinco países que integram a sigla BRICS inauguraram, na prática, uma
nova ordem para o mundo. Eles colocaram em prática a constituição de um bloco
econômico repleto de afinidades políticas. A partir de agora, já se sabe que
Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul terão o seu Novo Banco de
Desenvolvimento, com capital inicial de US$ 50 bilhões, mas que poderá ser
elevado a US$ 100 bilhões, para fazer frente ao Banco Mundial. E também
formarão uma poupança de US$ 100 bilhões no Acordo de Reservas de Contingência,
exatamente para não dependerem exclusivamente do Fundo Monetário Internacional
para serem socorridos em crises. O jornal inglês Financial Times publicou
análise da redação que dá a correta dimensão do conjunto desses fatos: "Notável
demonstração de como a ordem econômica está mudando".
Na mídia tradicional brasileira, no
entanto, o assunto foi publicado, como se diz no jargão do jornalismo, com
"má vontade". A reunião de Fortaleza que impressionou o FT e chama a
atenção de todos os líderes mundiais não mereceu, na terça-feira 15, ocupar o
espaço da manchete de nenhum dos jornais Folha de S. Paulo, Estado e Globo. Na
tevê, a colunista Eliane Cantanhêde, na Globo News, registrou o acontecimento
dentro do contexto da sucessão presidencial:
- A Copa acabou, mas a presidente Dilma
Rousseff engatou uma segunda e já está de novo nas fotografias, registrou a
comentarista. Ao final do comentário, lembrou que nesta quarta-feira, em
Brasília, cerca de 20 presidentes do continente americano serão recebidos para
ter informações sobre como irá funcionar o banco de desenvolvimento e o fundo
de reservas. E pontuou:
- Será mais um momento de badalação e
fotografias para a presidente que é candidato à reeleição.
Ideia estudada pela nata dos
economistas dos governos dos BRICS há pelo menos dois anos, o Novo Banco de
Desenvolvimento poderá emprestar dinheiro para projetos de infraestrutura em
países em desenvolvimento a juros menores que os praticados pelo Banco Mundial.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou que os recursos dos BRICS
poderão ser aplicados em fundos especiais para renderem enquanto aguardam as
demandas dos países.
Houve apostas nos jornais brasileiros
de que uma briga de última hora entre as delegações da China e da Índia poderia
matar a ideia de criação do banco de fomento. Não foi o que ocorreu. Os sócios
acordaram rapidamente em que a sede será em Xangai, na China; o primeiro
presidente será da Índia, inaugurando o rodízio de cinco anos no cargo; a
presidência do conselho de administração será do Brasil; a Rússia ficará com a
presidência do conselho de governadores; e a primeira sede regional da
instituição ficará na África do Sul.
- A democracia é uma das marcas
do BRICS, disse Mantega.
Com um mercado consumidor de 3 bilhões
de pessoas e um PIB conjunto que equivale a 20% da riqueza mundial, o BRICS
poderá adotar, no futuro, as moedas nacionais para transações comerciais entre
seus cinco sócios. Na véspera da cúpula, 700 empresários assinaram carta em que
pedem aos líderes políticos a adoção dessa medida, que substituiria o dólar e o
euro em compras e vendas.
O presidente do BNDES, Luciano
Coutinho, estimou no encontro de Fortaleza que a demanda de recursos para
projetos de infraestrutura em países em desenvolvimento chega, hoje, a US$ 800
bilhões. Há, assim, demanda suficiente para o banco do BRICS ter um grande
papel na nova ordem mundial que o grupo está criando a olhos vistos – ainda que
a mídia brasileira tenha má vontade em enxergar.
Abaixo, notícia da Agência Brasil a
respeito:
Países do Brics defendem mudanças no
Fundo Monetário Internacional
Daniel Lima e Sabrina Craide - Enviados
Especiais
Os representantes dos países do Brics
(Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) defenderam a implementação de
reformas do Fundo Monetário Internacional (FMI), para modernizar a estrutura de
governança do órgão e refletir melhor o peso das economias emergentes. Na Declaração
de Fortaleza, documento resultante da 6ª Cúpula do Brics, realizada hoje
(15) em Fortaleza, os cinco países cobraram a revisão geral das cotas do FMI,
sem atrasos.
Após a reunião, a presidenta Dilma
Rousseff também defendeu a reforma das cotas, com o cumprimento dos acordos
firmados pelo G20, que previam a reforma do FMI e do Banco Mundial. Segundo
ela, as modificações nas cotas poderiam garantir que essas entidades
refletissem o real poder das economias emergentes.
A presidenta destacou que a criação do
Novo Banco de Desenvolvimento, que irá financiar projetos dos países do Brics,
não é uma resposta à falta de reforma do FMI. “É uma resposta às nossas
necessidades. Acredito que, mesmo com a criação do banco do Brics, fica ainda
colocada na pauta a mudança das cotas, que é importante para dar sustentação e
legitimidade a uma instituição multilateral, que é o Fundo Monetário”, disse.
Outro tema abordado pelos líderes do
Brics na declaração final do evento é a necessidade de reforma no Conselho de
Segurança da ONU, para torná-lo mais representativo, eficaz e eficiente. “China
e Rússia reiteram a importância que atribuem ao status e papel
de Brasil, Índia e África do Sul em assuntos internacionais e apoiam sua
aspiração de desempenhar um papel maior nas Nações Unidas”, diz o documento.
Sobre esse assunto, a presidenta Dilma
ressaltou que a resolução de conflitos regionais evidenciam a necessidade de o
Conselho de Segurança ser um órgão de maior representatividade. “Nós afirmamos
a paz, a necessidade de priorizar o diálogo como forma de garantir a resolução
de conflitos e consideramos que o melhor padrão é primeiros seguir as regras
das Nações Unidas, respeitar o direito internacional e agir dentro desse
marco”.
Disponível em: http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/146842/Nasce-nova-ordem-mundial-e-m%C3%ADdia-tenta-esconder.htm. Acesso em: 24.07.2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Candidatos de Foz a deputado 2014
Disponível em: http://www.gazeta.inf.br/pdf/0107/. Acesso em: 01/07/2014.
LISTA DAS CONVENÇÕES TEM 21 CANDIDATOS DE FOZ A
DEPUTADO
Relação oficial precisa de registro no TRE, mas
preliminar tem 13 nomes para estadual e oito para federal
Reportagem:
Élson marques
Fotografia: Arquivo
Foz do
Iguaçu poderá ter o maior número de candidatos a deputado da história. A lista
preliminar apurada pela Gazeta, com base no resultado das convenções, mostra um
total de 21 candidatos, sendo 13 concorrendo à Assembleia Legislativa e oito à
Câmara Federal. Os nomes só podem ser considerados oficialmente como candidatos
a partir do registro no Tribunal Regional Eleitoral – TRE. O prazo termina
sábado, 5 de julho, às 19 horas.
Ontem,
30, foi o último dia para aprovação dos nomes e das coligações em convenções. Mais
dois nomes de foz do Iguaçu foram confirmados no último dia, pois os partidos
marcaram a convenção no prazo final. O vereador Luiz Queiroga (DEM) e a
ex-vereadora Nanci Rafain Andreola (PPS) foram confirmados como candidatos a
deputado estadual.
Até o
fechamento da edição, o PPS ainda não havia decidido se lançaria candidato próprio
ao governo do Estado ou se coligava com o PSDB, do governador Beto Richa. O DEM
confirmou apoio à reeleição do governador.
Desistências
De uma
lista inicial de 27 pré-candidatos, seis desistiram em razão das coligações ou
por motivos particulares. Abriram mão de candidaturas o Delegado Geraldo (SD),
Tércio Albuquerque (PTdoB), Paulo Mac Donald Ghisi (PDT), Joel de Lima (PT), Nelson
de Souza (PSC) e Paulo César Coquinho (SD).
Oito federais
Para viabilizar
a aliança PT, PDT e PCdoB, o vereador Nilton Bobato (PCdoB) concordou em ceder
a vaga de candidato ao Senado para o correligionário Ricardo Gomyde. Desta forma,
Bobato obteve o apoio e foi aprovado em convenção para ser o único candidato a
federal no extremo-oeste pelos partidos aliados ao PT. O entendimento ensejou a
desistência das candidaturas a federal de Joel de Lima (PT) e Paulo Mac Donald
Ghisi (PDT), que está indicado para ser o coordenador regional da campanha de
Gleisi Hoffmann (PT) ao governo do Estado.
Ao lado
de Nilton Bobato completam a lista de candidatos a deputado federal de Foz
Fernando Giacobo (PR), Paulo Rocha (PSB), José Reis Cazuza (Pros), professor Sérgio
de Oliveira (PSC), Jurandir de Moura (PMN), Dilto Vitorassi (PV) e Rafaela Dias
Javier (PR), que teria sido escolhida para completar chapa com a quantidade
mínima de mulheres.
A reportagem
tentou confirmar com Elvis Gimenez (PTdoB) se ele será candidato, porém, não
retornou às ligações.
Treze estaduais
Com base
nas informações obtidas pela reportagem de A Gazeta após as convenções, foram
aprovados para concorrerem à Assembleia Legislativa por Foz do Iguaçu os
seguintes nomes: Cláudia Pereira (PSC), Robson Silva (PSC), Chico Brasileiro
(PSD), Arildo Arruda Xiru (PMN), Missionária Jeanini (PMN), Márcio Rosa (PV), Luiz
Queiroga (DEM), Valdir de Souza Maninho (Pros), Gessani da Silva (PP), Nanci
Rafain (PPS), Nelci Colgueto Vermelho (PTB), Anice Gazzaoui (PT) e Ivone
Barofaldi (PSDB).
CONFIRA A LISTA PRELIMINAR DOS CANDIDATOS
Candidatos a federal
Dilto
Vitorassi (PV)
Jurandir
de Moura (PMN)
José
Reis Cazuza (Pros)
Paulo
Rocha (PSB)
Professor
Sérgio (PSC)
Nilton
Bobato (PCdoB)
Fernando
Giacobo (PR)
Rafaela
Dias Javier (PR)
Candidatos a estadual
Ivone
Barofaldi (PSDB)
Cláudia
Pereira (PSC)
Anice Gazzaoui (PT)
Nanci Rafain (PPS)
Missionária
Jeanini (PMN)
Chico
Brasileiro (PSD)
Robson
Silva (PSC)
Márcio
Rosa (PV)
Arildo
Arruda Xiru (PMN)
Gessani
da Silva (PP)
Luiz Queiroga
(DEM)
Valdir
de Souza Maninho (Pros)
Nelci
Colgueto Vermelho (PTB)
segunda-feira, 2 de junho de 2014
PCdoB-Paraná lança candidatura histórica ao Senado
Disponível em: http://www.m.vermelho.org.br/noticia/243225-1. Acesso em: 31/05/2014
No Paraná o PCdoB lançou pré-candidato ao Senado da República numa decisão histórica. O vereador, professor, escritor e jornalista Nilton Bobato, de Foz do Iguaçu, é o nome anunciado em encontro estadual realizado na sexta-feira, 30, com a presença do Secretário de Relações Internacionais da Comissão Política Nacional, Ricardo Alemão Abreu. A candidatura deverá ser confirmada na convenção de 28 de junho com expectativa de disputar a vaga ao Senado com o tucano Álvaro Dias.
No Paraná o PCdoB lançou pré-candidato ao Senado da República numa decisão histórica. O vereador, professor, escritor e jornalista Nilton Bobato, de Foz do Iguaçu, é o nome anunciado em encontro estadual realizado na sexta-feira, 30, com a presença do Secretário de Relações Internacionais da Comissão Política Nacional, Ricardo Alemão Abreu. A candidatura deverá ser confirmada na convenção de 28 de junho com expectativa de disputar a vaga ao Senado com o tucano Álvaro Dias.
O candidato do PCdoB ao senado, Nilton Bobato.
O Partido não lança candidato ao Senado no Estado
desde 1986. A decisão pela pré-candidatura de Nilton Bobato foi construída numa
análise de conjuntura com uma discussão ampla e ousada dos camaradas
paranaenses. “A direita que tanto critica a Presidenta Dilma quer voltar ao
poder a todo custo e já tem um nome colocado para disputar o Senado no Paraná.
As forças de esquerda, aliadas da Presidenta, não têm nenhuma posição nesse campo.
Então o PCdoB decidiu se colocar como a opção para o embate político que se
avizinha disputando o espaço com a direita e defendendo os interesses das
classes necessitadas”, disse o presidente estadual do PCdoB, pré-candidato a
deputado estadual e coordenador do encontro Ricardo Gomyde.
O evento contou com a presença de diversas
lideranças comunistas do Paraná como o presidente da Câmara de Vereadores de
Ponta Grossa e pré-candidato a deputado federal, Aliel Machado; os vereadores
Antônio Aguinel (Ponta Grossa) e Paulo Porto (Cascavel); o líder do Grupo
Dignidade em defesa das causas LGBT e pré-candidato a deputado federal, Tony
Reis; a presidente da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES),
Camila Lanes; a presidente da UBM-PR (União Brasileira de Mulheres, Andressa
Cechin, lideranças da UJS (União da Juventude Socialista); representantes
sindicais e da comunidade árabe. O lançamento da pré-candidatura foi
prestigiada também por representantes de partidos como PT, PDT, PP, PV, PTB,
PSD e DEM.
Entre as lideranças políticas de Foz do Iguaçu que
se fizeram presentes e declararam apoio ao projeto, destaque para o ex-prefeito
Paulo MacDonald (PDT), o ex-vice-prefeito Chico Brasileiro (PSD), os vereadores
Gessani da Silva (PP), Fernando Duso (PT) e Luiz Queiroga (DEM).
“Nosso partido tem orgulho em lançar a
pré-candidatura de Nilton Bobato vinda de uma região importantíssima para o
país como o Paraná e a tríplice fronteira”, disse Ricardo Alemão. Segundo ele,
a pré-candidatura com vários partidos aliados representa a unidade do PCdoB do
Paraná. “Não é um projeto para fortalecer apenas o partido, mas para derrubar a
dominação política conservadora no Paraná. Discutimos causas e idéias e não
coisas. Somos o instrumento dessa mudança que está representada na
pré-candidatura e na busca de melhores dias no Paraná”, completou Alemão.
O pré-candidato Nilton Bobato está no segundo
mandato como vereador, sendo o mais combativo ao governo municipal do PSB que
está aliado ao governador Beto Richa, do PSDB. Bobato também presidiu o PCdoB
do Paraná, tem sete livros lançados, é uma forte liderança de esquerda no
Paraná e do movimento cultural.
Em pronunciamento, Nilton Bobato disse que está
honrado e orgulhoso em ser indicado para um projeto tão importante para o Paraná
e para o PCdoB. “Tenho o senso da responsabilidade que essa missão traz.
Através do debate interno e da união do partido no Paraná estamos avançando.
Construímos unidade de ação e de capacidade para colocar o partido num debate
estadual que propõe a transformação. A pauta fundamental será a educação e a
partir disso, saúde, mobilidade urbana, cultura, desenvolvimento sustentável e
as outras causas”.
Nilton Bobato observou que a cadeira em disputa ao
Senado no Paraná é a que está há 16 anos nas mãos de um dos políticos mais
conservadores do Estado. “Um homem que quando governador mandou tropas montadas
a cavalo massacrar professores em Curitiba. Agora é um professor que vai
disputar com um opressor. É o momento dessa cadeira mudar de lado e para isso vamos
mobilizar o partido nos mais de 140 municípios em que está organizado.
Disponível em: http://www.m.vermelho.org.br/noticia/243225-1.
Acesso em: 31/05/2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Sobre o Plano de Carreira da GM de Foz do Iguaçu
Normalmente
não trato de assuntos “classistas” neste espaço, mas uma vez ou outra não faz
mal. Assim, gostaria de falar um pouco sobre minha ideia a respeito de como
deveria ser o Plano de Carreira da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu.
Apesar de os colegas já estarem trabalhando há tempos numa proposta que seja boa para a classe e aceitável pela Administração, a minha seria equiparar os Guardas Municipais aos Assistentes Administrativos. Veja como é o Plano de Carreira deles, conforme a Lei nº 3940/2011:
* Usarei
o termo cargo por ser assim definido pela Prefeitura, mas penso que o correto
seria nível ou classe, porque cargo é aquele para o qual se preta concurso, e
dele não se muda a não ser por outro concurso público. O que estamos tratando,
na verdade, são de níveis ou classes dentro de um mesmo cargo!
Assim, usando o critério de isonomia ou equiparação, o Plano de Carreira da Guarda Municipal poderia ser desta forma:
Com esse critério (o que isonomia ou equiparação), os Guardas Municipais teriam as ascensões automaticamente, desde que satisfeitas as exigências de tempo e escolaridade acima descritas e as relacionadas a questões como limite de falta ao serviço e/ou punições disciplinares constantes na Lei Complementar nº 17/93.
Quanto ao medo que muitos têm do critério de antiguidade (que determina quem manda em quem), sugiro que cada classe tenha uma sequência numérica (como o pessoal do GTA) para ficar bem claro em qualquer situação quem é mais antigo dentro daquela classe e, portanto, quem manda em quem... E quando o Guarda muda de classe, a sua numeração muda para a última da nova Classe em que entrou.
OBS.: A referência inicial atual dos Guardas Municipais é 45, mas dentro desse reenquadramento e plano de carreira ficaria como os Assistentes Administrativos, que têm as seguintes referências: Júnior: 55; Pleno: 62; Sênior, 69; Especialista: 76. E essa equiparação justifica-se porque, hoje, muito diferente do que ocorria no início da Guarda, os GGMM precisam ter a mesma formação que os Assistentes Administrativos quando do ingresso na Carreira. (Já publicado em 12 de maio de 2013)
Complementando:
Pensando em fazer com que o Plano de Carreira da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu não seja algo fora do padrão dos demais planos de carreiras da Prefeitura, mas lembrando da cultura própria da GM (que começou de maneira forte já em seu início, em 1994), sugiro complementar a ideia acima esclarecendo que, assim, as seis classes (Guarda Municipal de 3ª Classe, Guarda Municipal de 2ª Classe, Guarda Municipal de 1ª Classe, Subinspetor, Inspetor e Inspetor de Área) seriam diminuídas para apenas quatro classes, ficando, a princípio, da seguinte forma: Guarda Municipal de 2ª Classe, Guarda Municipal de 1ª Classe, Inspetor e Inspetor de Área. Mas, para melhorar essa equiparação, poder-se-ia chamar essas quatro classes de: Guarda Municipal Junior, Guarda Municipal Pleno, Guarda Municipal Sênior e Guarda Municipal Especialista. Ou, caso ache que a cultura da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu seja algo "imexível", poder-se-ia adotar a primeira nomenclatura para uso interno à Secretaria Municipal de Segurança e a segunda nomenclatura para uso nos demais âmbitos da Administração Pública e nas questões administrativas em geral.
Apesar de os colegas já estarem trabalhando há tempos numa proposta que seja boa para a classe e aceitável pela Administração, a minha seria equiparar os Guardas Municipais aos Assistentes Administrativos. Veja como é o Plano de Carreira deles, conforme a Lei nº 3940/2011:
CARGO*
|
REQUISITO MÍNIMO
|
Assistente
Administrativo Júnior
|
- Ensino Médio completo;
- Concurso Público;
- Curso de informática com conhecimento em editor de textos, planilha
eletrônica e sistema operacional.
|
Assistente
Administrativo Pleno
|
- Curso Superior completo em qualquer área;
- Vinte e quatro meses de interstício após a aprovação no estágio
probatório.
|
Assistente
Administrativo Sênior
|
- Pós-graduação na área de administração, direito, serviço público,
economia, recursos humanos ou contabilidade, reconhecida oficialmente como
lato sensu, com carga horária mínima de 360 (trezentas e sessenta) horas;
- Vinte e quatro meses de efetivo exercício após a promoção à classe
Pleno.
|
Assistente
Administrativo Especialista
|
- Segunda Graduação na área de administração, gestão pública, direito,
secretariado executivo, letras, contabilidade ou economia; ou Segunda Pós-graduação
na área de administração pública, direito, gestão de pessoas, gestão pública,
gestão de Projetos, secretariado executivo ou contabilidade pública reconhecida
oficialmente como lato sensu, com carga horária mínima de 360 (trezentas e
sessenta) horas;
- Trinta e seis meses de efetivo exercício após a promoção à classe Sênior.
|
Assim, usando o critério de isonomia ou equiparação, o Plano de Carreira da Guarda Municipal poderia ser desta forma:
CARGO
|
REQUISITO MÍNIMO
|
Guarda Municipal de 2ª Classe
|
- Ensino Médio completo;
- Carteira de Motorista;
- Concurso Público;
- Curso Técnico Profissional para Guarda Municipal oferecido pela Guarda
Municipal de Foz do Iguaçu.
|
Guarda Municipal de 1ª Classe
|
- Curso Superior completo em qualquer área;
- Vinte e quatro meses de interstício após a aprovação no estágio
probatório.
|
Inspetor
|
- Pós-graduação na área de... (Estudar exigências de especificidade) reconhecida
oficialmente como lato sensu, com carga horária mínima de 360 (trezentas e
sessenta) horas;
- Vinte e quatro meses de efetivo exercício após a promoção a Guarda
Municipal de 1ª Classe.
|
Inspetor de Área
|
- Segunda Graduação (Estudar exigências de especificidade); ou Segunda Pós-graduação
na área de (Estudar exigências de especificidade) reconhecida oficialmente
como lato sensu, com carga horária mínima de 360 (trezentas e sessenta)
horas;
- Trinta e seis meses de efetivo exercício após a promoção a Inspetor.
|
Com esse critério (o que isonomia ou equiparação), os Guardas Municipais teriam as ascensões automaticamente, desde que satisfeitas as exigências de tempo e escolaridade acima descritas e as relacionadas a questões como limite de falta ao serviço e/ou punições disciplinares constantes na Lei Complementar nº 17/93.
Quanto ao medo que muitos têm do critério de antiguidade (que determina quem manda em quem), sugiro que cada classe tenha uma sequência numérica (como o pessoal do GTA) para ficar bem claro em qualquer situação quem é mais antigo dentro daquela classe e, portanto, quem manda em quem... E quando o Guarda muda de classe, a sua numeração muda para a última da nova Classe em que entrou.
OBS.: A referência inicial atual dos Guardas Municipais é 45, mas dentro desse reenquadramento e plano de carreira ficaria como os Assistentes Administrativos, que têm as seguintes referências: Júnior: 55; Pleno: 62; Sênior, 69; Especialista: 76. E essa equiparação justifica-se porque, hoje, muito diferente do que ocorria no início da Guarda, os GGMM precisam ter a mesma formação que os Assistentes Administrativos quando do ingresso na Carreira. (Já publicado em 12 de maio de 2013)
Complementando:
Pensando em fazer com que o Plano de Carreira da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu não seja algo fora do padrão dos demais planos de carreiras da Prefeitura, mas lembrando da cultura própria da GM (que começou de maneira forte já em seu início, em 1994), sugiro complementar a ideia acima esclarecendo que, assim, as seis classes (Guarda Municipal de 3ª Classe, Guarda Municipal de 2ª Classe, Guarda Municipal de 1ª Classe, Subinspetor, Inspetor e Inspetor de Área) seriam diminuídas para apenas quatro classes, ficando, a princípio, da seguinte forma: Guarda Municipal de 2ª Classe, Guarda Municipal de 1ª Classe, Inspetor e Inspetor de Área. Mas, para melhorar essa equiparação, poder-se-ia chamar essas quatro classes de: Guarda Municipal Junior, Guarda Municipal Pleno, Guarda Municipal Sênior e Guarda Municipal Especialista. Ou, caso ache que a cultura da Guarda Municipal de Foz do Iguaçu seja algo "imexível", poder-se-ia adotar a primeira nomenclatura para uso interno à Secretaria Municipal de Segurança e a segunda nomenclatura para uso nos demais âmbitos da Administração Pública e nas questões administrativas em geral.
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